O ex-vendedor de picolés que criou uma empresa com 2 mil funcionários

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Danielle era recém-nascida quando seu pai decidiu mudar o rumo da empresa. A fabricante de químicos industriais, que já operava há 5 anos, passou aos produtos para cabelos. Com a nova cara, o negócio precisaria de um novo nome, e uma ex-funcionária sugeriu a homenagem à filha. “Huumm, ‘shampoo Danielle’ não soa tão bem, mas de repente se eu pegar só o final, tirar um L, trocar o E pelo Y…”

O próprio Daniel desenhou o logotipo na hora. O nome Niely vinha acompanhado de um coração — “para dar charme”, ele brinca — e as letras faziam curvas vigorosas como os fios mais bem tratados.

A produção dos cosméticos ainda era artesanal, mas a virada de chave veio de um sonho do empreendedor de deixar de atender um nicho e passar a vender para o Brasil inteiro. Desde o início, ele tinha a visão de que faria um negócio grande. Enxergou a oportunidade pela demanda das pessoas de sua própria comunidade e apostou nos preços acessíveis e no público feminino para alcançar uma abrangência nacional.

Três décadas se passaram e a aposta se provou certeira: depois de receber muitas propostas de aquisição, em 2015, Daniel de Jesus aceitou vender a Niely para o Grupo L’Oréal.

Inspire-se com essa história empreendedora de superação no Day1 que ocorreu no CEO Summit Rio de Janeiro 2016.

Fonte: Endeavor Brasil

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